“Em meio a tanta gente arrogante e hipócrita, a gente sempre pensa que nunca vai se apaixonar por alguém. A gente sempre pensa que sentir borboletas no estômago é bobagem. A gente sempre acha que tudo é clichê. A gente sempre pensa que o amor nunca vai nos escolher. Engano nosso. O amor escolhe aqueles desligados, que não procuram, que não querem, que não esperam. O amor escolhe os distraídos. E aí, depois de um tempo, você o conhece. Bingo! Você sempre soube que esse dia chegaria. E ele chegou, como um carnaval. Te tirou do chão, tirou todo o seu fôlego, aumentou seus batimentos cardíacos, mostrou que veio pra ficar. Te conquistou. E aí, você olha pro sorriso dele e pensa que qualquer coisa sem ele não tem graça, mas que tudo com ele é alegria. E aí, você olha pro jeito que ele te trata e se pergunta se ele veio com manual de instrução, porque você nunca viu alguém te tratar do jeito que você sempre quis ser tratada. Você ouve a voz dele no telefone e percebe que música nenhuma é boa o bastante pra competir com a voz dele falando baixinho o quanto você é importante. Você percebe que não quer música alta, gritaria ou balada. Você apenas precisa da voz dele nos teus ouvidos sussurrando segredos e confidências que ele só compartilha contigo. Você esquece o teu olhar no dele e percebe que tirou a sorte grande. E desde o começo você sabe que é ele o certo. Ou o errado. O perfeito imperfeito. O errado na hora certa. O ele de todas as suas poesias, textos e sonhos. O dono do seu pra sempre.”